
O vício em aposta entre idosos cresce de forma silenciosa no Brasil. A prática já se tornou uma preocupação de saúde pública. Embora essa faixa etária não seja a principal entre os apostadores, os dados mostram que é a que mais compromete recursos financeiros com o jogo.
Esse fenômeno está diretamente relacionado à expansão das plataformas digitais. Além da presença constante das chamadas “bets” e “jogos de tigrinho” nas redes sociais e transmissões esportivas. De acordo com o Banco Central, apenas em agosto de 2024, empresas do setor movimentaram R$ 21 bilhões.
A faixa etária de 20 a 30 anos representa o maior número de apostadores. Porém, pessoas 50+ e 60+ investem os maiores valores. Segundo o BC, entre pessoas com mais de 50 anos, o gasto médio mensal ultrapassa R$ 2.500. Ainda, dois milhões de pessoas 60+ gastam, em média, R$ 3 mil por mês em apostas. Um valor superior ao da maioria das aposentadorias no país.
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