
O mercado de trabalho brasileiro passa por um momento de reavaliação de vínculos e contratos. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que, na última década, o número de trabalhadores formalizados como Microempreendedor Individual (MEI) mais que dobrou, enquanto o emprego com carteira assinada cresceu de forma gradual. O resultado é um mercado mais diverso — e mais complexo juridicamente.
Nesse cenário, cresce o número de profissionais que recebem propostas para mudar de regime de contratação, seja da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para Pessoa Jurídica (PJ), seja no sentido inverso. Mas a decisão não deve ser guiada apenas pelo valor da remuneração.
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