O primeiro trimestre concentra tradicionalmente ciclos de promoção interna e troca de executivos no mercado. Levantamentos recorrentes de consultorias de recrutamento como a Robert Half e a PageGroup indicam que o início do ano é um dos períodos de maior movimentação em cargos de liderança, especialmente após a definição de bônus e metas corporativas.
Para empresas que disputam talentos estratégicos, esse movimento acende um alerta contratual: é o momento de revisar cláusulas de não concorrência. Segundo Caren Benevento, sócia da Benevento Advocacia, pesquisadora do GETRAB-USP e conselheira da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), promoções e contratações de executivos alteram o grau de risco competitivo e exigem adequação técnica das cláusulas de non-compete.
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