Redes sociais, contas em fintechs, arquivos na nuvem, e-mails, criptomoedas, investimentos digitais, milhas aéreas e canais monetizados integram a chamada herança digital, tema que ganha espaço no Direito de Família e Sucessões ao envolver a destinação de ativos e conteúdos virtuais após a morte do titular, com potencial para gerar disputas patrimoniais, conflitos familiares e debates sobre privacidade. Um estudo da Universidade de Oxford ilustra bem essa realidade. O Facebook poderá acumular entre 1,4 bilhão e 4,9 bilhões de perfis de pessoas falecidas até 2100. Atualmente, a rede social possui cerca de 3,07 bilhões de usuários ativos.
Saiba mais: Patrimônio virtual após a morte impulsiona debate sobre herança digital e privacidade