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Hoje, a decisão de contratar alguém vai muito além de preencher uma vaga ou comparar custos imediatos. Em 2026, escolher o modelo de contratação passou a ser uma decisão estratégica de gestão de riscos, com impactos diretos sobre a segurança jurídica, a governança e a sustentabilidade do negócio no médio e longo prazo.
O pano de fundo dessa mudança está no próprio desenho do mercado de trabalho brasileiro em 2025, último ano com dados consolidados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. No período, o país registrou mais de 39 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, ao mesmo tempo em que o número de trabalhadores por conta própria atingiu cerca de 26 milhões, patamar recorde da série histórica.
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A partir de 1º de janeiro de 2026, o Sistema Tributário Nacional passará por mudanças na cobrança de impostos que impõem ao setor produtivo adaptações aos sistemas de gestão e reclassificação fiscal. A transformação ocorre após o início da vigência do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) ser aprovado pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Lula em janeiro desse ano, sendo tratado como um período de testes na cobrança de impostos.
A reforma tributária brasileira inicia, a partir de janeiro, uma fase decisiva de implementação que impacta diretamente a rotina fiscal, operacional e contratual das empresas. Embora a transição seja gradual, as novas regras já exigem adequações nos sistemas de gestão, na emissão de documentos fiscais e na forma como os tributos passam a ser destacados e controlados, ampliando a complexidade do cumprimento das obrigações acessórias.