Uma viagem a Hong Kong despertou uma reflexão que acompanha o Direito há décadas. Ao caminhar pelas ruas, chamava a atenção o rigor no cumprimento das regras: ninguém atravessava fora da faixa, mesmo quando não havia veículos, as ruas permaneciam limpas e a presença de câmeras era constante. Em outro momento, durante o processo migratório, percebi que minha biometria havia sido capturada e utilizada posteriormente para validação do embarque, sem que houvesse qualquer comunicação expressa sobre essa coleta.
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Com mais de 100 milhões de usuários no Brasil, o LinkedIn se consolidou como uma das principais plataformas de relacionamento profissional do país. Ao mesmo tempo em que cresce a presença de executivos, empreendedores e colaboradores na rede, aumenta também o incentivo das empresas para que seus profissionais atuem como embaixadores de marca, compartilhem conhecimento e fortaleçam a reputação corporativa por meio de seus perfis pessoais.
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LinkedIn se torna vitrine corporativa e amplia desafios jurídicos para empresas – RH Pra Você
Redes sociais, contas em fintechs, arquivos na nuvem, e-mails, criptomoedas, investimentos digitais, milhas aéreas e canais monetizados integram a chamada herança digital, tema que ganha espaço no Direito de Família e Sucessões ao envolver a destinação de ativos e conteúdos virtuais após a morte do titular, com potencial para gerar disputas patrimoniais, conflitos familiares e debates sobre privacidade. Um estudo da Universidade de Oxford ilustra bem essa realidade. O Facebook poderá acumular entre 1,4 bilhão e 4,9 bilhões de perfis de pessoas falecidas até 2100. Atualmente, a rede social possui cerca de 3,07 bilhões de usuários ativos.
Saiba mais: Patrimônio virtual após a morte impulsiona debate sobre herança digital e privacidade